quinta-feira, junho 26, 2008

Delegação da Politécnica no Brasil

Notícia que saiu no website da Universidade brasileira de Uberaba (UNIUBE), neste momento visitada por delegação da Universidade Politécnica, nomeadamente pelo pessoal da Escola Superior Aberta (ESA), Mestre Andrea Serra e Dr.ª Mariza da Costa.

Educação a distância – Docentes de Moçambique visitam a Uniube
24/06/2008

Ter acesso a estrutura de funcionamento do programa de educação a distância mantido pela Uniube, esse é o objetivo da visita que duas integrantes do quadro de docentes da Universidade Politécnica de Moçambique fazem esta semana à Instituição.

Até sexta-feira, Andrea Serra e Mariza da Costa participam de uma série de reuniões, informando-se sobre o mecanismo de funcionamento em diferentes setores da Uniube. A maior parte desses encontros será com profissionais (coordenadores de departamentos, gestores de cursos e técnicos) que atuam junto ao Núcleo de EaD. Além disso, elas acompanham, no sábado, na cidade de Araxá, a realização de um encontro presencial dos cursos de Pedagogia, Administração, Ciências Contábeis, Letras – Português/Inglês e Português/Espanhol – e Química. A participação do aluno nesses eventos, realizados mensalmente nos pólos e núcleos de EaD, é obrigatória durante toda a fase de aprendizagem.
Toda a tecnologia educacional utilizada pela Uniube, na oferta de formação superior a distância, está sendo colocada à disposição da Universidade Politécnica de Moçambique. Acordo nesse sentido foi assinado em 2007, depois de uma visita do reitor daquela Instituição à Universidade de Uberaba. Após conhecer programas de EaD, mantidos por outras instituições de ensino no Brasil, incluindo federais, Lourenço Joaquim da Costa Rosário concluiu que o modelo utilizado pela Uniube era o que melhor atendia as necessidades de seu país.

De acordo com Andrea Serra, diretora da Escola Superior Aberta da Universidade Politécnica, a proposta é aproveitar esse acordo entre as duas universidades e trabalhar no desenvolvimento de um modelo próprio de EaD para o ensino superior. "Nossa Instituição já possui experiência com essa modalidade através da oferta de cursos modulares", explica Andrea Serra, acrescentando que "a experiência desenvolvida com sucesso pela Uniube ao longo dos últimos anos, será de grande importância para o nosso projeto, nas áreas de graduação e pós-graduação". O documento de cooperação também prevê, entre outras coisas, a realização de intercâmbios, envolvendo professores, pesquisadores, pessoal técnico e estudantes de graduação e pós-graduação. A primeira experiência na modalidade de educação a distância na área da graduação, com a proposta de ser colocada em prática já no segundo semestre deste ano, será nos cursos de Administração e Administração com ênfase em Recursos Humanos. Ambos terão a duração de quatro anos e todo o processo de oferta, incluindo formação de preceptores e elaboração do material didático, terá o apoio da Uniube.

Fonte:
http://uniube.br/noticias/noticia320.php

Palestra: Liderança de Alto Desempenho

Convidamos Exmos. Senhores para participar numa Palestra intitulada “Liderança de Alto Desempenho: As reflexões sobre desenvolvimento da liderança para obter resultados”, a ser orientada pelo Professor Dr. Adilson R. Neves, dia 01/07/2008, no Centro de Formações das TDM, Av. Kim Il Sung, № 96


SRPP

quarta-feira, junho 18, 2008

ESA termina Bacharelato em Niassa

Decorreu no passado dia 26 de Maio a cerimónia de encerramento oficial do Curso de Bacharelato em Ciências Pedagógicas. O Curso, em regime modular foi implementado em Niassa pela Escola Superior Aberta (ESA) e decorreu de Janeiro de 2007 a Maio de 2008.
A Cerimónia de Encerramento Oficial do Curso decorreu nas instalações do IFAPA em Lichinga e foi presidida pela Directora da ESA seguindo-se de um pequeno lanche organizado para os formandos.
O Balanço que se fez deste Curso foi positivo pois os formandos, na sua maioria docentes e Gestores de escolas naquela província, estão munidos de conhecimentos, técnicas e ferramentas pedagógicas para implementarem nos seus locais de trabalho, sendo já visíveis o impacto desta formação na actuação profissional destes formandos.

Iniciaram este curso 42 formandos e 39 destes conseguiram terminar o curso com sucesso sendo que 2 formandos faleceram por motivos de acidente de viação e 1 formando teve que interromper o curso por motivos de saúde.

Os formandos mostraram-se muito satisfeitos com o Curso, particularmente com os docentes seleccionados pela ESA e com a metodologia adoptada ao longo da formação e ambicionam poder continuar a sua formacao ao nivel da Licenciatura e Mestrado. A Cerimónia de graduacao esta prevista para Outubro do corrente ano, momento em que serao tambem graduados os estudantes do Curso Medio de Administracao que decorre tambem em Lichinga e que terminara no proximo mes.

Para mais informações, queiram contactar o Coordenador do Curso, Bacharel Dmytro Yatsyuk na ESA.

terça-feira, junho 17, 2008

Função dos RH em Contexto de Mudança

Convidamos Exmos. Senhores para uma Palestra intitulada “A Função dos Recursos Humanos em Contexto de Mudança”, a ser orientada pelo Professor Dr. Pedro Bettencourt de Câmara, hoje dia 17/06/2008, no Anfiteatro da Universidade Politécnica, pelas 17h30.

quarta-feira, junho 04, 2008

ESA inicia Curso de Ciências Pedagógicas em Gaza

Teve início a 4ª Edição do Curso de Bacharelato em Ciências Pedagógicas na cidade de Xai–Xai, província de Gaza

No dia 26 de Maio corrente, iniciou na cidade de Xai–Xai (província de Gaza), o Curso de Bacharelato em Ciências Pedagógicas na sua 4ª Edição sob responsabilidade da Escola Superior Aberta (ESA) da Universidade Politécnica.

O Curso terá a duração de cerca de dois anos e terminará em Fevereiro de 2010. O Curso de Bacharelato em Ciências Pedagógicas foi desenhado principalmente para os técnicos da Direcção Provincial de Educação e Cultura e os Directores de Escolas, tem o formato modular e conta com a participação de 29 estudantes. O Curso é financiado pelos próprios estudantes.

A cerimónia oficial de abertura do Curso presidida pela Directora da ESA, Mestre Andrea Serra ocorreu no dia 26 de Maio no Campos do IMAP de Gaza, que tem estado a disponibilizar as suas instalações para, em parceria com A Politécnica, contribuir para a formação de quadros naquela província, casos do curso que inicia-se agora e o da Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento para quadros da Visão Mundial.

A formação decorrerá de forma presencial e em sala para o efeito, sob orientação de um corpo docente de excelente qualidade seleccionado pela ESA.

Para mais informações, queiram, por favor, contactar a Coordenadora do Curso, Licenciada Mariza Trindade.

quinta-feira, maio 22, 2008

Homenagem a Maria Odete de Jesus

Aos colegas e amigos de Maria Odete de Jesus

Há 10 anos, a primeira directora da nossa Biblioteca, deixou-nos de forma inesperada. Porque a recordamos com saudade, celebraremos uma missa em sua memória no próximo sábado, dia 24 às 18:00 horas na Igreja da Santo António da Polana.



Inês Nogueira da Costa

sexta-feira, maio 09, 2008

3ª Edição da Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento em Nampula

Iniciou em Março deste ano a 3ª Edição da Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento em Nampula. Esta nova edição vem dar resposta à enorme procura dos estudantes daquela cidade (e arredores). A Escola Superior Aberta (ESA) e a Universidade Politécnica abriu mais uma edição, que conta com cerca de 80 estudantes, divididos em 2 turmas (laboral e pós laboral). Realçamos que entre os nossos estudantes contamos com bolseiros do Governo Provincial e Município de Nampula.


Neste momento as duas turmas já frequentaram as disciplinas de Políticas Públicas e Privadas bem como a de Género e Desenvolvimento. Ambas as turmas são participativas e procuram aquilo que A Politécnica lhes dá: um ensino de qualidade e a produção de conhecimento.


Sala de informática:

Os / as estudantes, das duas Edições da Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento, que decorre na Extensão de A Politécnica em Nampula, em trabalho de pesquisa.
A ESA conta nas suas turmas de Nampula com estudantes dinâmicos, onde é marcante a sua participação em eventos culturais e académicos naquela cidade. São assim os / as estudantes da A Politécnica!







quarta-feira, maio 07, 2008

Vagas para Docentes: Xai – Xai

Informamos que com vista a ter início o curso de Bacharelato em Ciências Pedagógicas na cidade de Xai – Xai (província de Gaza), a Escola Superior Aberta (ESA), está a receber candidaturas para leccionar as disciplinas de:
- Fundamentos de Pedagogia;
- Educação e Novas Tecnologias de Informação;
- História e Filosofia da Educação;
- Sociologia da Educação;
- Psicologia da Educação;
- Antropologia da Educação;
- Avaliação da Aprendizagem;
- Didáctica;
- Pesquisa em Educação;
- Metodologia de Ensino;
- Organização Escolar e Legislação educacional moçambicana;
- Estatística Educacional.
Os interessados podem enviar os curriculos à ESA para os seguintes e-mails:

Contacto telefónico:
MARIZA TRINDADE,

Tel: + 258 21 352 700, Extensão: 705
Fax: + 258 21 314 340

segunda-feira, maio 05, 2008

Liberdade, Democracia e Poder – Conjunção e Paradoxos

Conferência proferida pelo Prof. Lourenço do Rosário no Congresso da UNESCO sobre a Liberdade de Imprensa, decorrido em Maputo, de 2 a 4 de Maio.

O tema que me foi solicitado para este encontro gira à volta da problemática realidade em que a liberdade de expressão de uma forma geral e de imprensa em particular se movimentam no intrincado tabuleiro das relações sociais, económicas e políticas das sociedades, dentro delas próprias, em primeiro lugar, e com as outras em segundo lugar.
A palavra “liberdade” como conceito, provém da raiz lexical do termo “livre”. Livre no mundo da física será uma determinada massa que em movimento não enfrenta qualquer obstáculo que condicione a sua velocidade, qualquer que seja o percurso determinado, isto é, quer seja um movimento uniforme, quer seja uniformente acelerado ou outro de natureza segmentado. É da fórmula física que a filosofia da linguagem vai buscar a semântica deste termo. Liberdade é a abstração do que se encontra em estado de total assunção de qualquer enfrentamento com obstáculos no seu movimento. E a concretização deste estado abstracto faz-se através dos qualificativos que nos convêm. E aquele que hoje nos interessa é o qualificativo “expressão”. Daí falarmos em liberdade de expressão, tal como podíamos falar de liberdade sindical, liberdade ideológica, liberdade política, liberdade condicional, etc., etc. Quando este conceito tenta acompanhar as qualificações na área das Humanidades, verificaremos que vários factores determinam o seu significado, como elemento de ponderação e de peso. Por isso, convém procurar situar os contornos do que pode significar liberdade de imprensa.
Os grupos sociais, quando se organizam para melhor lidarem com a natureza em prol da sua sobrevivência, com cada vez maior e melhor conforto, criam , naturalmente, linhas de interesse que tornem facilitados o funcionamento dos órgãos, dos organismos e das instituições estabelecidos. O termo interesse, do latim “inter + essere” significa estar no meio. Portanto, o primeiro factor que se coloca como termo de ponderação à natureza abstracta do conceito liberdade, ou que a liberdade já qualificada é o conceito interesse. Assim, diremos que a liberdade de expressão, e, por consequência, a liberdade de imprensa, pode estar condicionada pelo interesse do eventual segredo de Estado ou de uma forma mais absoluta ao interesse nacional, mesmo que não seja claro o que significa muitas vezes isso de interesse nacional. Em linguagem popular, a função de interesse é empatar. Quer isto dizer que quando colocamos o interesse de qualquer natureza ao lado da liberdade, qualquer que ela seja, o resultado é um empate, isto é, tendem a neutralizar-se. E nós sabemos, pelas Ciências Exactas, que a neutralização dos espaços físicos ou corpos biológicos criam condições para a desimunização dos mesmos e a fácil entrada de corpos estranhos, nomeadamente poeiras, bactérias e demais parasitas oportunistas, provocando infecções de variada natureza. A ciência provém da reflexão filosófica, por isso, podemos fazer estas aproximações simbólicas para melhor compreendermos os fenómenos sociais. Por outro lado, os grupos sociais organizados, como referido atrás, para determinarem o rumo das dinâmicas necessárias à sua vida, traçam vias a seguir e estabelecem hierarquias de quem assegure a boa condução, segundo os seus próprios interesses. Assim, a sociedade concede a alguns dos seus membros a prerrogativa de tomar o leme dos diversos órgãos, organismos e instituições, para que todos sejam, em princípio, abrigados em conformidade com o seu próprio desígnio, rumo ao destino que o homem enquanto indivíduo e enquanto colectividade veio desempenhar neste mundo. É nesta interacção, entre o conceder o poder de alguém pegar no leme e a necessidade de monitoria que se impõe para que não haja eventuais desvios na direcção traçada, que a liberdade circula nas suas variadas qualificações.
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O título da minha comunicação é o sintagma “Liberdade, Democracia e Poder”, Conjunção e Paradoxos, porque me parece que no toca à realidade do meu País, para falar da liberdade de expressão e a sua contribuição para o poder comunitário, necessitamos, primeiro, de elaborar uma digressão histórica , nem que seja através de um brevíssimo resumo das principais etapas da nossa vida como povo independente, para depois estabelecer os principais parâmetros que enquadram os principais actores deste processo, tendo em vista o desiderato estabelecido pelo título que elegi.
Foi em nome da liberdade que a geração do 25 de Setembro se congregou à volta da Frente de Libertação de Moçambique - Frelimo, para reivindicar a independência nacional, estabelecer os estatutos por que se regia essa mesma Frente, bem como estabelecer um programa. Foi ainda em nome da liberdade que definiu regras de conduta para defender os interesses, com vista à luta pela independência, sob todas as formas, incluindo a luta armada.
O interesse de se alcançar o objectivo da luta determinou, naturalmente, os parâmetros por que se devia reger toda a comunicação produzida pela Frente, quer fosse para dentro ou fosse para fora. A Luta Armada durou dez anos, tempo suficiente para consolidar uma prática de produção de comunicação baseada no interesse da ideologia subjacente ao movimento de libertação, à luta armada e à cultura plasmada através da experiência e convivência de segmentos militares, político-militares e civis em situação de combate libertador. A Voz da Revolução, rádio e imprensa, eram a face visível de como a liberdade era entendida. E o nosso olhar deve encará-los no contexto em que esses veículos foram produzidos. O momento era épico e por isso não nos espantará que a liberdade aspirada fosse vestida de roupagem própria dos mitos, das gestas e epopéias, próprios dos heróis fundadores. É neste ambiente épico, com os seus heróis fundadores, que Moçambique ascende à independência em Junho de 1975. A liberdade aspirada nas décadas anteriores estava finalmente ao alcance. Portugal, como potência colonial, era então o obstáculo que acabava de ser removido.
Contudo, tal como atrás foi referido, a ideia de liberdade exige sempre um qualificativo para passar do seu estado abstracto para o concreto, passível de observação e análise.
Os heróis fundadores traziam consigo ideias de como materializar a liberdade por que lutaram e muitos sacrificaram, inclusive, as suas vidas. Porém, também no terreno, gentes que acolheram de braços abertos os ventos da liberdade conquistada, tinham as suas ideias para a materialização desse mesmo desiderato. Até porque, também haviam lutado, sem armas, mas no plano cívico e ideológico, contra o mesmo obstáculo, o colonialismo. A acrescer a isso, teremos ainda a Guerra Fria e o Conflito Sino-Soviético, como factores a não menosprezar, se quisermos avaliar como o conceito de liberdade de expressão e de imprensa se qualificava no período que se segue à independência. É a época dos jornais de parede, dos jornais e rádio militantes, tendo um Ministério da Informação subordinado ao Secretário do Trabalho Ideológico do Partido.
Claro que nunca se falou tanto de liberdade como nessa época. Eram evocados todos os qualificadores que pudessem caracterizar essa liberdade. A democracia popular, revisitada no amplo processo de eleição das assembléias do povo, desde a base ao topo, com vista à formação de foruns de discussão e votação de braço no ar, após amplos e prolongados debates sobre a vida de cada candidato, era suportada, divulgada amplificadamente por uma imprensa que se considerava livre no interesse da Revolução Popular. Aparentemente, eram as massas que desempenhavam o papel de sujeito e, no seu interesse, derrogavam no Partido de vanguarda a condução do seu destino. Chegados aqui, a pergunta que deixo no ar é a seguinte: considerando o contexto social, político e histórico descritos, como avaliamos a ideia de liberdade de imprensa? Devo referir que se compulsarmos variadas páginas da literatura jornalística produzida na época, haveremos de encontrar necessariamente três ideias na matriz que servirá de modelo a todos os meios de comunicação social: Liberdade, Revolução e Democracia Popular.
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A história da evolução das ideias na vida das sociedades permite-nos relativizar a validade dos modelos que em cada momento se tornam dominantes. A tendência maniqueísta de qualificar a evolução dos modelos como um movimento uniformemente ascendente em qualidade, pode levar-nos a perder de vista a inestimável contribuição, altamente positiva, que herdamos de variados filósofos, que ao longo da história souberam reflectir, com propriedade, sobre o homem, a sociedade e a sua relação consigo próprio e com a natureza, de que os clássicos são o exemplo mais reconfortante.
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A conjugação de variadas vicissitudes e factores, tais como os ventos da globalização, questões geoestratégicas da região, o fim da Guerra Fria e consequente triunfo do modelo capitalista liberal, o colapso económico do País por força de erros internos de governação, acrescidos à destruição do mesmo pela sangrenta guerra civil que assolou o País por dezesseis anos, dobraram os heróis fundadores e o seu Partido de vanguarda, levando-os a aceitar as regras do jogo então predominante. Não se mudou de cenário ou de protagonistas. O que mudou foram as regras do jogo. Assim, os mesmos conceitos mudaram apenas de semântica, as ideias de liberdade e democracia ganharam novos qualificativos.
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É vasta a literatura, nas várias especialidades das Ciências Sociais e Humanas, que tenta analisar e avaliar os reais benefícios da nova ordem mundial, tendo em conta a bandeira ideológica que a simboliza.
Hoje, a liberdade está vestida com qualificadores que parecem imbatíveis. As ideias de força que a sustentam são: Democracia Participativa e Inclusiva, Responsabilidade Social, Transparência e Prestação de Contas, Boa Governação, Alternância Política e Democrática, etc.
A convicção é que se se puser em prática as ideias listadas acima, estarão garantidas as liberdades fundamentais das comunidades, das populações, porque cada vez menos se fala do povo, preferindo-se o termo massas. E essas liberdades são plasmadas pelos qualificativos seguintes: liberdade de eleger e ser eleito, liberdade de ser igual em direitos consagrados pelas leis constitucionais, liberdade de pensamento, de expressão, de opinião e de consciência, liberdade de associação, liberdade de circulação, liberdade de acesso à acumulação de riqueza.
São o conjunto dessas liberdades que criam o conceito de Direito e o conceito de Cidadania. Quer isto dizer que para se ser cidadão, o indivíduo deve poder gozar de todas aquelas liberdades. Liberdades essas devidamente salvaguardadas pelo Direito, nas suas mais variadas especialidades.
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O aparato teórico à volta de um mundo melhor, no que toca às liberdades ao Direito e à Cidadania, apresenta sinais optimistas e abrem perspectivas para a dignidade humana.
Em Moçambique, por exemplo, os pleitos eleitorais têm-se sucedido com a normalidade prevista na Lei. As contendas e querelas políticas são dirimidas verbalmente, as instituições estão formadas e em funcionamento. No que toca à liberdade de expressão e de imprensa, o nosso País conta com quarenta e quatro rádios comunitárias, duas televisões rurais, doze rádio-televisões comunitárias e duzentos e sessenta e três periódicos impressos, desde jornais, revistas e boletins.
Estes meios de comunicação social estão espalhados pelos quatro cantos do País e reflectem as mais variadas tendências do pensamento, opinião e expressão, desde o social, económico, religioso e até partidário. Os meios de comunicação social com expressão nacional, tais como a TVM, STV, Miramar, Rádio Moçambique, jornal Notícias, os diversos semanários e diários fax representam igualmente a pluralidade de pensamento, ideologia, opinião e expressão. Pelo que sabemos, lemos, vemos ou ouvimos, a liberdade de imprensa no nosso País não é uma miragem, ela pode ser exercida sem temer perseguições nem represálias visíveis. Contudo, não é de excluir mecanismos de censura velada por variados interesses, nem atitudes de autocensura por questões de pudor político e até ideológico. Foi visível o constrangimento de certa imprensa para divulgar os actos violentos registados a 5 de Fevereiro de 2008, na sequência do aumento dos preços dos alimentos e combustíveis. Razões de ordem filosófica ou razões de interesse político estariam por detrás. A MISA reagiu e deplorou a aparente censura, mas o caso morreu por aí.
Os efeitos da livre circulação da comunicação e das notícias veiculadas pela imprensa no País trazem como consequência a aproximação das comunidades ao palco dos acontecimentos. Quer isto dizer, graças às novas tecnologias de informação, que um facto pode chegar às mais diversas comunidades geograficamente afastadas, no País. Assim, rapidamente se formam opiniões sobre os mesmos assuntos. Um dos meios mais poderosos de veiculação de informação é o telefone móvel celular, que já provou o seu poder de difusão em variadas situações.
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Deveríamos afirmar, portanto, a terminar, que está tudo bem quanto às liberdades no País e no Mundo. Porém, a maior de todas as liberdades é a dignidade humana. A questão que deixo é a seguinte. Se o aparato teórico nos apresenta todas as pistas para um mundo melhor, se os actores afirmam reiteradamente que cumprindo com o que está estatuído, os resultados serão sempre bons, por que razão continua a crescer o fosso entre ricos e pobres, no País, entre povos e nações de diversos continentes? Por que razão é cada vez menor a capacidade económica de milhões de moçambicanos? Que interesses sevem as liberdades apregoadas? Posto isto, como equacionar o conceito de liberdade de imprensa no contexto do liberalismo que o Modernismo Capitalista do século XXI lançou a nível global? Em suma, a quem serve a liberdade de imprensa: aos poderosos e ricos ou às massas empobrecidas?

Muito Obrigado!
Maputo, 02 de Maio de 2008

quarta-feira, abril 23, 2008

Jornadas Científicas no Departamento de Ciências Sociais e de Linguagem

Temas para as Jornadas Científicas de 2008 – Departamento de Ciências Sociais e de Linguagem

Serão convidados todos os interessados a participarem nas Jornadas Cientificas do Departamento de Ciências Sociais e de Linguagem, que tratarão das temáticas de caracter transversal a varias áreas do saber.

Dias 24 e 25 de Abril, das 16.00h às 18h, na A Politécnica.
“Um galo sozinho não tece uma manhã. Ele precisará sempre de outros galos”.

TEMA GERAL: caminhos, labirintos e armadilhas do espaço virtual
Dia 24
Tema 1: o caminho para a fossilização de erros ortográficos através da internet: será um uso simplista da linguagem? Economia de espaço? Ou constitui um desvio da língua? Por Dra. Milú da Silva (Docente da A Politécnica). 1.5h

Tema 2: “os labirintos” do contexto virtual:
- a Internet como instrumento de relações públicas, por Elmiro Belchior, finalista do curso de Ciências da Comunicação – vertente Relações Públicas. ( Trabalho realizado sob orientação de Dr. Dilip Navalshankar). 30 min
- leitura semiótica de spots publicitários da Mcel e Vodacom, por alunos do terceiro ano do curso de Ciências da Comunicação. (Trabalho realizado sob orientação de Profa. Dra Rosánia da Silva). 30 min
- divulgação da responsabilidade social coorporativa através da internet, por Dércio da Costa, aluno do segundo ano do curso de Ciências da Comunicação. (Trabalho realizado sob orientação de Dra. Irene Mendes). 30 min

Dia 25
Tema 1: as armadilhas na ética académica: da autoria ao plágio na produção de textos. Por Dr. Tomás Timbane (Docente da Universidade Eduardo Mondlane). 1.5h

Tema 2: pontes, percursos e aproveitamento do espaço virtual: e-comerce - nova visão sobre o mix de Marketing. Por Dr. Alexandre Mari. (Rede de Comunicação Miramar) 1.5h

quinta-feira, abril 17, 2008

Parceria ESA e UNIUBE

No período de 14 a 18 do mês de Abril, a Universidade Politécnica e em particular, a Escola Superior Aberta (ESA), está a receber o Mestre Fernando C. Marra, membro da Direcção da Universidade de Uberaba (UNIUBE) do Brasil e Director da Directoria de Educação à Distância daquela universidade.

Durante toda a semana, a ESA está trabalhar intensivamente com o Mestre Fernando Marra na organização de dois cursos de Licenciatura a Distância, que a Universidade Politécnica pretende, em parceria com a unidade autónoma da UNIUBE, Instituto Brasileiro de Educação à Distância (IBED), implementar no país. O objectivo da A Politécnica é levar o Ensino a Distância para todo Moçambique, através da criação de quatro Centros de Recursos, sendo um em Maputo, um em Quelimane, um em Nampula e um em Tete (único local onde A Politécnica terá de criar infra-estruturas de base).Para o efeito, a ESA está empenhada no processo de planeamento, desenho de estratégias e discussão sobre a preparação destes cursos em Moçambique. Com essa cooperação internacional e institucional entre A Politécnica e a UNIUBE / IBED, as academias pretendem ao médio e longo prazo estender a sua intervenção para todos os países africanos de língua oficial portuguesa.

Colhendo as primeiras impressões do Prof. Doutor Fernando C. Marra sobre o trabalho desenvolvido com a equipa da ESA, fomos saber que:

- Além da identidade da língua portuguesa, o Brasil tem na África a principal base da sua formação cultural. Essa identidade cultural com certeza fortalecerá a pareceria entre as nossas Universidades, pois é perfeitamente possível comparar as zonas de interior do Moçambique e do Brasil.

- A experiência da UNIUBE em educação à distância é de mais de 10 anos podendo então contribuir com a implantação dos cursos superiores à distância em Moçambique, mas com certeza a nossa parceria é bilateral e temos muito que aprender com o povo moçambicano.

Actualmente a UNIUBE tem em oferta no Brasil 18 cursos superiores, sendo 15 de Licenciaturas e 3 Bacharelatos, tem um corpo discente de 11.300 alunos, gerindo 104 polos de apoio presenciais.

quinta-feira, abril 10, 2008

Estudantes da Politécnica na Conferência sobre CPLP

Estudantes do Curso de Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento, da Universidade Politécnica em Nampula, participaram na Conferência sobre a CPLP, patrocinada pela Academia Militar.

Por: António Pedro Semedo (estudante da 2ª Edição da Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento da ESA em Nampula, Turma Laboral)

No dia 25 de Março, um grupo de estudantes da Universidade Politécnica, sua extensão em Nampula, participaram em secção aberta da Conferência sobre CPLP e das “Políticas de aliança na luta contra a pobreza”. A Conferência era patrocinada pela Academia Militar de Nampula e teve lugar na sala de conferências do Hotel Girassol, numa secção aberta ao público amplo, assim como aos docentes e discentes das diversas escolas daquela cidade. O orador da mesma foi o Professor Catedrático, Dr. Monteiro, coronel do exército português.

Falando sobre o espaço da CPLP, o orador sublinhou o valor do poder e vontade na criação de potenciação de factores geo – políticos e geo – estratégicos que possam dar uma voz cada vez mais audível da CPLP, no concerto das nações e também ao nível individual dos países. Destacou a importância histórica da língua portuguesa, como vinculo de comunicação não só no espaço CPLP, como também ao nível mundial.

Abordou com detalhe a importância da educação no desenvolvimento e mencionou a declaração de Sorbonne (1999), relativo ao acordo de créditos universitários e uniformização de equivalência de ensino universitário entre os países europeus.
Sublinhou também a necessidade de pesquisa universitária, como condição de desenvolvimento e de afirmação das universidades. Em termos de políticas de aliança contra a pobreza, o Dr. Monteiro abordou os factores de divida, comércio justo e ciência para o desenvolvimento, como aspectos com influência no desenvolvimento.
No final da Conferência surgiram várias intervenções da audiência, incluindo dos estudantes da A Politécnica, algo que fez espevitar o debate. O moderador da Conferência, Tenente – Coronel do exército moçambicano, Sr. João Bias, agradeceu a presença e participação activa dos estudantes da A Politécnica, que se destacaram pela disciplina e pelo uso de material promocional da Universidade.

terça-feira, abril 01, 2008

A Politécnica ganha Concurso da Cultura Geral

Por: António Rodrigues (estudante da 2ª Edição da Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento da ESA em Nampula, Turma Laboral)
Por ocasião do primeiro aniversário do Centro de Pesquisas da Universidade Mussa Ben Bique, em Nampula, que tem a parceria com a Embaixada dos Estados Unidos da América, realizou-se naquele Centro um Concurso de Cultura Geral, com a participação de estudantes de quatro instituições de Ensino Superior daquela cidade, nomeadamente: Extensão da Universidade Politécnica (representada por três estudantes), Universidade Mussa Bin Bique, Universidade do Lúrio e Academia Militar. Não se fizeram presentes no concurso estudantes representantes das Universidades Católica e Universidade Pedagógica.
Os temas abordados no decurso do referido Concurso centravam-se no conhecimento sobre a cidade de Nampula, a Província de Nampula, os Estados Unidos da América e o Mundo em geral, sendo as perguntas feitas em língua portuguesa e inglesa.

O Concurso foi ganho pela A Politécnica, cujos alunos FICARAM EM 1º LUGAR!
No final do concurso houve um briefing, onde se defendeu a existência de um intercâmbio permanente entre escolas no quadro de pesquisas, parcerias, conferencias, palestras e concursos sobre diversos temas da actualidade.

ESA forma Gestores em Cabo Delgado

Arrancou a 2ª Fase da formação de Gestores de Escolas e Internatos na Província de Cabo Delgado

No dia 31 de Março arrancou a 2ª Fase da formação de Gestores de Escolas e Internatos na Província de Cabo Delgado, na cidade de Montepuez, projecto implementado pela Escola Superior Aberta (ESA) da Universidade Politécnica sob financiamento da Caritas Moçambique.
Após fazer um pesquisa das necessidades académicas dos gestores das escolas e internatos na cidade de Montepuez, em Junho de 2007, a ESA apresentou um plano de formação bastante realista e com previsões de resultados satisfatórios.

A formação tem 16 formandos/as, directores de escolas e internatos da província de Cabo Delgado, de forma a que o trabalho prático seja optimizado. A formação ocorrerá em 3 fases, sendo que a 1ª fase (10 – 14 de Março de 2008), foi dedicada ao diagnóstico e conceitos; a 2ª (31 de Março – 04 de Abril de 2008), será dedicada ao levantamento de informação e hipóteses de projecto nas escolas – internatos e a 3ª (21 – 23 de Abril de 2008), será de apresentação de um projecto a realizar a curto prazo e plano de projectos de desenvolvimento para um ano.

A fase actual tem como objetivos:

• Analisar o estado actual da escolas/internatos de cada um com base no dossier preparada durante a pausa da formação;
• Desenho de acções a tomar para melhoramento de algumas situações;
• Como motivar, liderar e trabalhar em equipa;
• Que os formandos preparem a estrutura do projecto que querem desenvolver no prazo de 6 meses;
• Criação de um plano de projectos anual de melhoramento das escolas/internatos.

A formação está a decorrer de forma presencial e em sala para o efeito, sob orientação da Mestre Ana Freitas, docente nesta Universidade. Está sendo utilizado o método expositivo com recorrência a exercícios práticos. Será realizada uma avaliação no final do curso. A certificação deste curso é conferida pela Escola Superior Aberta da Universidade Politécnica, através da atribuição de um certificado de participação, de acordo com o regulamento utilizado pela Instituição.

Para mais informações, queiram, por favor, contactar a Directora da ESA, Mestre Andrea Serra, ou o Responsável pela Coordenação do Curso, Licenciada Joana de Carvalho.

ESA e Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento

ESA iniciou a 3ª Edição do Curso de Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento em Nampula com 80 estudantes

No dia 10 de Março do corrente ano, iniciou em Nampula, a 3ª Edição do Curso de Licenciatura em Estudos de Desenvolvimento com um total de 80 alunos, sendo que 40 destes alunos são funcionários do governo provincial que, sob apoio do Governo, em parceria com a Universidade Politécnica, estão a frequentar o Curso por forma a elevar as suas qualificações académicas e técnicas.

O Curso funciona com duas turmas nos turnos laboral e pós-laboral, nas instalações da Extensão da Universidade Politécnica em Nampula. A primeira disciplina desta Edição do Curso, Políticas Públicas e Privadas, foi leccionada pelo Mestre Valente Matabla, docente do Instituto Superior de Humanidades e Tecnologias da Universidade Politécnica em Quelimane, província da Zambézia.

Esta licenciatura, em regime presencial e modular, irá decorrer até ao ano de 2010, em simultâneo com a 2ª Edição do Curso que iniciou em Novembro de 2007 e que está agora no seu 2º Módulo, tendo o seu término em 2009.

Para mais informações, queiram, por favor, contactar o Responsável pela Coordenação do Curso na ESA, Licenciada Joana de Carvalho.

terça-feira, março 25, 2008

Gabinete de Atendimento Psicológico

Gabinete de Atendimento Psicológico (GAP) entrou em funcionamento oficial em 25/03/08. O atendimento no GAP é realizado prioritariamente para a comunidade académica (estudantes, funcionários e docentes).

O GAP inicia suas actividades com uma equipa composta por cinco pessoas, nomeadamente: Katia Paim; Fernanda Cumbana, Hortência Cristina Lopes, Joaquina Domingo e Telma Esmael.

O funcionamento do GAP é de segunda a sexta-feira, nos seguintes horários:

Todas as manhas, das 08hs as 12hs
Todas as tardes, das 14hs as 17h30min (excepto as sextas-feiras)


A marcação de consultas deve ser realizada directamente no GAP, nas Segundas e Sextas-feiras, pela manha (8h30min as 11h30min) e, nas Quintas-feiras, pela tarde (14hs as 17hs).

Local de funcionamento do GAP: Av. Paulo Samuel Kamkhomba, 1170 – R/C (anexo atras do antigo prédio da Reitoria, actual IPS).

Katia Paim
Chefe do GAP

quarta-feira, março 19, 2008

Feira do Livro na Universidade Politécnica

Informamos, que entre os dias de 26 a 28 de Março, entre as 10h00 e às 19h00 no pátio da Universidade Politécnica será realizada uma Feira do Livro.

Mestre Aissa Issak,
Directora das Bibliotecas

quinta-feira, março 13, 2008

Universidade Politécnica na II Feira de Educação

A Universidade Politécnica vai participar na II Feira de Educação realizada pelo CADE a decorrer nos dias 13 e 14 de Março corrente. A Feira irá decorrer no Centro Comercial de Maputo (Maputo Shopping Centre).

SRPP

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Falecimento do aluno em Lichinga

A Direcção e toda a equipa da ESA comunica com profunda mágoa e consternação o falecimento da Sr. Assique Waite, aluno do Curso Bacharelato em Ciências Pedagógicas, administrado na cidade de Lichinga, província da Niassa.

À família enlutada e a todos os colegas do Curso, apresentamos as nossas mais sentidas condolências.

Maputo, 28 de Janeiro de 2008

Coordenação & Direcção da ESA

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Blogue: um ano da vida

No dia 23 de Janeiro de 2007, o nosso blogue completou um ano de vida, sempre procurando informar o público sobre as actividades da nossa Universidade.

O blogue foi criado, basicamente, para informar o público em geral sobre os acontecimentos que decorrem na Universidade Politécnica, com o destaque especial para as actividades da Escola Superior Aberta (ESA), na sua luta da difusão do conhecimento em Moçambique, principalmente nas províncias mais carentes deste conhecimento.

O nosso público – alvo principal são os cidadãos do espaço da CPLP, até hoje (25.01.2008), o nosso blogue já foi visitado pelas 1.503 pessoas de todo o mundo. Não somos, obviamente, os campeões de audiências, mas ficamos extremamente sensibilizados, quando alguns leitores nós escrevem assim: “começo o meu dia, lendo o vosso blogue”. Conhecem algo mais estimulante do que isso?